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Sou Nutricionista formado pela Universidade Federal de Pelotas (UFPEL), Mestrando em Ciências Médicas com foco em Endocrinologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Além disso, sou Pesquisador no Serviço de Endocrinologia do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA).
Com uma abordagem especializada em mudanças no estilo de vida, atuo como Nutricionista Clínico e Esportivo em Porto Alegre e Pelotas, no Rio Grande do Sul, e também em São José dos Campos, São Paulo, ajudando meus pacientes a alcançarem seus objetivos de saúde e performance com estratégias personalizadas e baseadas em evidências científicas.
Conheça o seu Nutricionista!

A ciência me move!
Por isso, busco constantemente aplicar todo o meu conhecimento científico na prática clínica, visando oferecer as melhores estratégias fundamentadas em evidências científicas.
Por que escolher uma alimentação saudável pode transformar sua vida?
Maior Longevidade e Prevenção de Doenças Crônicas
Diversos estudos comprovam que pequenas mudanças na alimentação podem ter um impacto significativo na saúde e na longevidade. Pesquisa publicada no European Heart Journal indicam que uma melhora de apenas 20% na qualidade da dieta pode reduzir a mortalidade em 8% e diminuir a incidência de doenças cardiovasculares em 6%.
Além disso, um estudo da PLOS Medicine sugere que a adoção de hábitos alimentares saudáveis pode aumentar a expectativa de vida em até 13 anos, especialmente quando há a substituição de carnes processadas e açúcares por grãos integrais, legumes e proteínas magras.
A relação entre alimentação e envelhecimento saudável também é amplamente documentada. Segundo a Harvard T.H. Chan School of Public Health, a adoção de uma dieta equilibrada por volta dos 40 anos pode aumentar em até 84% as chances de um envelhecimento saudável, promovendo maior independência e qualidade de vida na velhice.
Além da longevidade, padrões alimentares ricos em frutas, vegetais e gorduras saudáveis desempenham um papel essencial na prevenção de doenças crônicas, como obesidade, diabetes tipo 2, hipertensão e problemas cardíacos. Pesquisas apontam que o consumo regular de castanhas, peixes e laticínios está diretamente associado à melhora da saúde cardiovascular e à redução do risco de eventos cardiovasculares graves.
Melhora na Composição Corporal e Performance Física
A ciência comprova: uma alimentação estratégica melhora a composição corporal, a performance esportiva e a saúde a longo prazo.
✅ Proteínas e recuperação muscular – O consumo adequado de proteínas é fundamental para a síntese muscular e a recuperação pós-exercício. Estudos mostram que a ingestão de aproximadamente 30g de proteína após o treino maximiza a regeneração muscular e promove melhor adaptação ao exercício (American Journal of Clinical Nutrition).
✅ Nutrição na menopausa – Durante a menopausa, a perda de massa muscular e densidade óssea pode comprometer a qualidade de vida. A ingestão de proteínas de qualidade, cálcio e vitamina D ajuda a preservar a saúde óssea e muscular, reduzindo o risco de osteoporose e sarcopenia (Menopause Journal).
✅Microbiota intestinal – A saúde intestinal pode estar relacionada com o desempenho esportivo. Uma microbiota equilibrada melhora a absorção de nutrientes, reduz inflamações e auxilia na produção de metabólitos essenciais para a recuperação muscular e resistência física (Revista Científica FACS).
Impacto Direto no Bem-Estar Mental
A relação entre alimentação saudável e bem-estar mental tem sido amplamente estudada em pesquisas de alto impacto. A seguir, estão as principais evidências científicas sobre o impacto da dieta na saúde mental.
1. Dieta e Prevenção de Transtornos Mentais
Um estudo de Jacka et al., publicado na The Lancet Psychiatry, mostrou que dietas ricas em frutas, vegetais, grãos integrais e peixes reduzem o risco de transtornos como depressão e ansiedade, sugerindo que uma alimentação saudável pode proteger a saúde mental, especialmente através da interação com a microbiota intestinal.
2. Dieta Mediterrânea e Saúde Mental
Pesquisas publicadas no American Journal of Clinical Nutrition indicaram que a dieta mediterrânea, rica em alimentos frescos e azeite de oliva, está associada a menores taxas de depressão e melhor saúde mental, especialmente em comparação com dietas ocidentais processadas.
3. Microbiota Intestinal e Bem-Estar Mental
Pesquisas em Nature Reviews Neuroscience indicam que a microbiota intestinal influencia a produção de neurotransmissores como a serotonina, afetando diretamente o humor e a saúde mental. Dietas ricas em fibras podem melhorar esses aspectos.